Portfólio de Embriologia


AULA PRÁTICA 07- Métodos Contraceptivos

Posted in Uncategorized por bruno89 em outubro 8, 2008

    Na aula de hoje aprendemos sobre os mais variados tipo de métodos contraceptivos. Aprendemos sobre sua funcionalidade e os riscos que eles oferecem. A aula foi produtiva e descontraida, fazendo com que tal matéria fosse por mim bem fixada.

    As monitoras dividiram os métodos em comportamentais, hormonais , barreira e definitivos.

    Comportamentai:

    Tabelinha: A tabelinha é um método utilizado pelas mulheres para ajudar a ter uma base dos cálculos para a mulher engravidar ou não, em datas diferentes do ciclo menstrual. Basicamente a mulher é fértil no meio do seu ciclo.

    Para quem quer engravidar é uma boa maneira controlar a menstruação em uma tabelinha, para saber a data da fertilização, lembrando que esse método pode não funcionar muitas mulheres ainda o utilizam.

    A tabelinha tem a chance de dar certo no dia seguinte. Em um calendário anote o primeiro dia em que ocorrer a menstruação. Marque com uma cor os dias que você pode ter relações entre o 1º dia e 9º dia, contando sempre a partir o 1º dia da menstruação. Depois marque de outra cor os dias em que você não pode ter relações do 10º ao 19º, entre esses dias use uma camisinha.

  fonte:http://www.blogbrasil.com.br/tabelinha

   Temperatura basal:

     Método oriundo na observação das alterações fisiológicas da temperatura corporal ao longo do ciclo menstrual. Após a ovulação, a temperatura basal aumenta (acção da progesterona). A paciente deve medir a temperatura oral, durante 5 minutos, pela manhã (após repouso de no mínimo 5 horas) antes de comer ou fazer qualquer esforço, e anotar os resultados durante dois ou mais ciclos menstruais. Esse procedimento deve ser realizado desde o primeiro dia da menstruação até o dia em que a temperatura se elevar por 3 dias consecutivos. Depois de estabelecer qual é a sua variação normal, e o padrão de aumento, poderá usar a informação, evitando relações sexuais no período fértil. Uma grande desvantagem do método da temperatura é que se a mulher tiver alguma doença, como um simples resfriado ou virose, todo o esquema se altera, tornando impossível retomar a linha basal, ou saber se o aumento de temperatura é devido à ovulação ou a febre.

    Muco cervical (estrogeno) [ Billing]:

   

    

      Baseia-se na identificação do período fértil pelas modificações cíclicas do muco cervical, observado no auto-exame e pela sensação por ele provocada na vagina e vulva. A observação da ausência ou presença do fluxo mucoso deve ser diária. O muco cervical aparece cerca de 2 a 3 dias depois da menstruação, e inicialmente é pouco consistente e espesso. Logo antes da ovulação, ele atinge o chamado “ápice”, em que fica bem grudento.

    Coto interrompido (não eficaz):

      

    Baseia-se na capacidade do homem em pressentir a iminência da ejaculação e neste momento retirar o pênis da vagina. Tem baixa efetividade, levando à disfunção sexual do casal, e deve ser desencorajado.

    Abstinência: 100 % seguro. Porém…..

 

   Hormonais:

    Pílula

    

      Consiste na utilização de estrogênio associado ao progesterona, impedindo a concepção por inibir a ovulação pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Também modifica o muco cervical tornando-o hostil ao espermatozóide, altera as condições endometriais, modifica a contratilidade das tubas, interferindo no transporte ovular.

 

   

      Pílula pós-coito ou pílula do dia seguinte

     

      A anticoncepção de emergência é um uso alternativo de contracepção hormonal oral (tomado antes de 72 horas após o coito) evitando-se a gestação após uma relação sexual desprotegida. Este método só deve ser usado nos casos de emergência, ou seja, nos casos em que os outros métodos anticoncepcionais não tenham sido adotados ou tenham falhado de alguma forma, como esquecimento, ruptura da caminsinha, desalojamento do diafragma, falha na tabelinha ou no coito interrompido, esquecimento da tomada da pílula por dois ou mais dias em um ciclo ou em caso de estupro. Este contraceptivo contém o levonorgestrel, que é um tipo de progesterona. O levonorgestrel previne a gravidez inibindo a ovulação, fertilização e implantação do blastocisto.

 

     

        Injetáveis

      Os anticoncepcionais hormonais injetáveis são anticoncepcionais hormonais que contém progesterona ou associação de estrogênios, para administração parenteral (intra-muscular ou IM), com doses hormonais de longa duração. Consiste na administração de progesterona isolada, via parenteral (IM), com obtenção de efeito contraceptivo por períodos de 1 ou 3 meses, ou de uma associação de estrogênio e progesterona para uso parenteral (IM), mensal.

 

        Métodos de barreira:

        

       Preservativos

       

       Este método impede a ascensão dos espermatozóides ao útero, sendo fundamentais na prevenção das DST e AIDS. Junto com a pílula anticoncepcional e o coito interrompido, são os métodos não definitivos mais utilizados. Quase todas as pessoas podem usar; protege contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS; previne doenças do colo uterino; não faz mal a saúde; é de fácil acesso.

        

       Diafragma

      

       É um anel flexível, coberto por uma membrana de borracha fina, que a mulher deve colocar na vagina, para cobrir o colo do útero. Como uma barreira, ele impede a entrada dos espermatozóides, devendo ser utilizado junto com um espermicida, no máximo 6 horas antes da relação sexual.

 

      

        Esponjas e Espermicidas

       

        As esponjas são feitas de poliuretano, são adaptadas ao colo uterino com alça para sua remoção e são descartáveis (ao contrário do diafragma), estão associadas a espermicidas que são substâncias químicas que imobilizam e destroem os espermatozóides, podendo ser utilizados combinadamente também com o diafragma ou preservativos. Existem em várias apresentações de espermicidas: cremes, geleias, supositórios, tabletes e espumas.

 

      Espermicidas: são substâncias que matam os espermatozóides. Quando usados sozinhos não conferem proteção adequada. Os principais são: nonoxinol-9, octoxinol-9, menfegol.
     
       Métodos definitivos:
      
        Laqueadura tubária e Vasectomia

       

        A esterilização (laqueadura tubária e vasectomia) um método contraceptivo cirúrgico e definitivo, realizado na mulher através da ligadura ou corte das trompas impedindo, o encontro dos gametas masculino e feminino e no homem, pela ligadura ou corte dos canais deferentes (vasectomia), o que impede a presença dos espermatozóides no líquido ejaculado. Quando houver indicação de contracepção cirúrgica masculina e, principalmente, a feminina deve ser baseada em critérios rígidos, observando-se a legislação vigente.

 

     Fonte: http://texinhabio12.blogspot.com/2006/12/mtodos-contraceptivos.html

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